15 de abril de 2012

Cinzas


De um menino ingênuo que não queria crescer,
A um rapaz que lidava com a vontade de vencer.
Com segredos abstratos em sua própria pele
Com um temor, um ardor, uma chance que se perde.
Sangue e dor por aqueles que se foram,
Ódio e rancor para os que merecem ir.
Com a chance imaginária de conseguir
Redenção? Vingança?
Quem sabe até um dia sorrir.

OBS: Ficarei offline por um bom tempo, e posso até passar meses sem publicar aqui. É apenas um aviso prévio. Apenas isso.

Um comentário:

Coelho, Mariana disse...

Por umas genialidades dessas que eu ainda tenho um pouco de esperança na raça. Fantástico é pouco.